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Ácidos nos tratamentos de pele: Quais as opções? – Parte II

Olá, lindezas!

Hoje teremos a parte 2 do post sobre os ácidos mais utilizados nos tratamentos de pele. Se você ainda não leu a primeira parte, corre lá para dar uma olhadinha. Gostaria de ressaltar que o objetivo desse post não é fazer uma análise profunda  de cada um dos ácidos, até porque não sou dermatologista, então não me considero a pessoa mais especializada nesse assunto.

Ácidos

O que quero é apenas mostrar a vocês um resumo das utilidades de cada ácido, para que vocês possam conversar com seus dermatologistas a respeito da possibilidade de iniciar um tratamento com algum dos ativos, dependendo das necessidades da pele de vocês, ok?

Ácido Tranexâmico

Pode ser utilizado em cremes cosméticos, mas também na versão injetável e oral. É anti-inflamatório, e vem se mostrando bom no tratamento do melasma. Diminui a atividade da tirosinase, enzima responsável pela síntese da melanina, diminuindo a formação de pigmento. Até hoje, o único produto que usei contendo ácido tranexâmico, foi a emulsão da linha Aqualabel, da Shiseido, mas em minha próxima visita ao dermato, vou conversar sobre a possibilidade de incluir o ácido tranexâmico na minha rotina.

Ácido Dióico

Pesquisando sobre o ácido dióico, cheguei a um impasse: algumas fontes informam que o ácido dióico e o ácido azeláico são a mesma coisa. De fato, ambos têm indicações muito parecidas, sendo voltados ao controle da oleosidade da pele, além de serem capazes de homogeneizar a tonalidade da pele, controlando o processo de síntese da melanina. Algumas outras fontes retratam o ácido dióico como um ativo mais potente que o ácido azeláico. Bom, prometo que quando for à dermato, tiro a dúvida a respeito de serem os dois a mesma coisa, e depois compartilho a descoberta por aqui. Para quem se interessou pelo ácido dióico, o Blemish+ Age Defense tem esse bonitinho em sua formulação.

Ácido Hialurônico

Naturalmente presente em nosso corpo, o ácido hialurônico é nosso amigo! Retém água ao seu redor, e preenche os espaços entre as células de nossa pele e ajuda na manutenção do colágeno. Depois dos 25 anos, o ácido hialurônico começa a diminuir gradualmente em nosso organismo, e vai levando com ele a elasticidade e textura lisa de nossa pele. É tristeza que não acaba mais. Então, para nos ajudar, há alguns cosméticos que têm ácido hialurônico em suas formulações. Para quem quer algo mais poderoso, o ácido hialurônico também pode ser injetado na face em consultório, como forma de preencher os sulcos que vão se formando conforme a pele vai envelhecendo.

Ácido Lático

O ácido lático está presente em alguns alimentos, e também no corpo humano. Tem bom poder umectante, mas também pode ser útil no clareamento de manchas e diminuição do espessamento da pele. Pode ser empregado em peelings e também em cremes para uso doméstico.

 Ácido Mandélico

Mais um curinga no universo cosmético: atua no controle de sebo, sendo bastante útil no tratamento da acne; é capaz de auxiliar nos problemas de hiperpigmentação (atua na redução da síntese da melanina); ajuda na renovação celular, dando fim a linhas de expressão e rugas. Ou seja, é pau pra toda obra. Tem baixo potencial irritativo se comparado a outros ácidos, e me parece uma excelente opção para pessoas que (como eu), nasceram premiadas e tem mais que um problema de pele (acne, melasma e linhas finas ao mesmo tempo, ninguém merece).

Ter conhecimento da existência dos diferentes tipos de ácidos é algo importante pois nos permite conversar com o dermatologista sobre variadas opções de tratamento.

Utilizar mais de um ativo em associação e, claro, sob recomendação médica, é provavelmente mais eficiente que utilizar sem pausa um mesmo produto durante toda a semana.

Mas seja qual for o ácido eleito, seja ele fotossensível ou não, o importante é não descuidar da fotoproteção, pois isso corresponde a 50% de qualquer tratamento, e é uma boa garantia de que os anos irão se passar e teremos uma pele o mais jovem possível!

Beijos!

Ei, participe da consulta aos leitores que está acontecendo aqui no blog!

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No poo e low poo: espuma é sinônimo de limpeza?

Oi, pessoal!

Dia desses encontrei um artigo falando sobre uma técnica de cuidados capilares chamada No poo/Low Poo. Já havia ouvido falar a respeito do método, mas dessa vez fui pesquisar mais a fundo para ver do que se tratava exatamente.

No Poo e Low Poo

O No Poo/Low Poo foi popularizado pela cacheadíssima cabeleireira americana Lorraine Massey, autora do livro Curly Girl. De modo bastante resumido, podemos dizer que a técnica defende que alguns produtos químicos que compõem os shampoos, como por exemplo os sulfatos (principalmente o lauril éter sulfato de sódio), além de removerem a sujeira, levam também embora os lipídios presentes naturalmente no couro cabeludo. Isso traz danos aos cabelos, principalmente aos cacheados/crespos, e faz com que se tenha um efeito rebote: quanto mais eu removo a oleosidade do cabelo, mais óleo é produzido, num ciclo sem fim.

Assim, no No poo não se usa shampoo durante a lavagem, e no Low Poo são usados shampoos, porém livres de sulfatos. Produtos que tenham determinados tipos de silicones e derivados do petróleo também estão fora da brincadeira, visto que para serem removidos dos fios precisam dos sulfatos, e além disso, não trazem benefícios reais às madeixas, formando apenas uma película ao redor do cabelo e, se não forem retirados corretamente, acabam não deixando os nutrientes de outros cosméticos penetrarem.

A essa altura você deve estar pensando: tá, no Low poo eu posso usar alguns shampoos, tá liberado. Mas como é que eu vou lavar os cabelos sem shampoo nesse tal de “No poo”, pelamordedeusss?

Calma, pequeno gafanhoto, para tudo há um jeito.

Os praticantes do No poo usam um método chamado conditioner washing, Co-wash para os íntimos. Resumidamente, os cabelos são lavados com água, condicionador (sem silicones ou petrolatos, não pode esquecer!) e nada mais. Segundo os adeptos, isso garante que o fio seja limpo na medida, sem a agressão e ressecamento excessivos causados pelos shampoos com sulfatos. Há também algumas receitinhas caseiras envolvendo bicarbonato de sódio, vinagre, açúcar, enfim, a lista é bem grande.

Low Poo No Poo

Pesquisando para preparar esse post, fiquei surpresa com a quantidade de meninas praticantes do No Poo e do Low Poo. E, pelo que notei, quem faz uso das técnicas não quer saber de shampoo nunca mais.

O No Poo e o Low Poo podem ser praticados por pessoas de cabelos cacheados e lisos, mas os melhores resultados são vistos nas cabeleiras repletas de ondas. Isso porque os cabelos crespos e cacheados são mais secos, e mais suscetíveis aos danos causados pelo excesso de química dos shampoos.

Há listas de ingredientes proibidos e permitidos na rotina de quem pratica o Low Poo e o No Poo, e para quem quiser se iniciar no método, há um grupo para iniciantes bem legal no Facebook.

Antes de criticar a técnica, dizendo que é inimaginável a vida sem a espuma do shampoo durante o banho, procure se lembrar que o shampoo não nasceu junto com o planeta Terra, e as pessoas bem antigamente viviam numa boa sem o produto. Eu, particularmente, não sei se conseguiria abolir completamente o shampoo da minha vida, mas achei muito interessante a ideia de utilizar produtos menos agressivos. Lavo os cabelos todos os dias, e me vejo refém da espuma do shampoo, por causa do tanto de óleo que meus fios produzem. E, pensando que quanto mais eu tiro óleo dos cabelos, mais oleosidade eles produzem, seria interessante encontrar maneiras de contornar essa situação.

Para quem se interessou pela técnica, a Karina, do Acorda, Bonita!, tem em seu blog vários textos que podem interessar àqueles que querem tentar se tornar praticantes do método. E pela blogosfera afora há várias outras meninas que aderiram ao método e compartilham suas experiência tim-tim por tim-tim. Vale a pena conferir.

E você, o que achou dessa técnica? Teria coragem de adotá-la na sua rotina capilar?

Beijos!

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Máscara para Cílios Maybelline One By One Volum’Express

Ooooi, gente!

A genética me fez nascer com olhos pequenos e ligeiramente fundos, e dependendo do nível de canseira, há dias em que me vejo no espelho e meu olhar está com aquela cara de “ô dó, gente!”…kkkkkkkk… Olhar caído ninguém merece, né gente? E, em minha opinião, nenhum item “levanta” mais depressa nossa expressão que uma boa máscara para cílios, vocês não acham?

Até testar a One By One, da Maybelline, minha máscara preferida era a Colossal, da mesma marca. Mas confesso que agora, depois de experimentar essa belezinha de embalagem cor-de-rosa, estou bastante confusa a respeito de qual é minha favorita.

O que diz a Maybelline

A família Volum Express traz mais um grande sucesso: nova One by One, finalmente volume sem resíduos. Através de um aplicador com 300 cerdas a máscara One by One garante o volume cílio a cílio sem deixar grumos acumulados. São 3 cerdas por cílio para: capturar, cobrir e definir. Cílios volumosos, sedutores e definidos um a um.

One By One Maybelline

O que eu achei

O aplicador dessa máscara é ótimo! É mais gordinho que o da Colossal, tem mais cerdas, e isso faz toda a diferença na hora de aplicar.

Aplicador One By One Maybelline

Meus cílios até que são cheinhos e curvados, mas com a máscara, o visual é muito melhor! :)

One By One Maybelline

A Maybelline alega que a máscara não deixa grumos acumulados, mas você precisa pegar o jeito do aplicador. Como é possível ver nas fotos, a One By One não empelotou totalmente, mas houve alguns cílios que ficaram um pouco colados uns nos outros. Mas isso ocorreu pois esperei a camada secar para aplicar outra por cima. Testei, depois, aplicando novas camadas sem que as anteriores estivessem secas, e o resultado foi bem melhor.

A versão que comprei é a preta à prova d’água, mas há também as versões preta lavável e marrom lavável.

Paguei algo em torno de R$ 30,00, na Droga Raia.

Vocês já testaram a One By One? Qual sua máscara para cílios favorita?

Beijos!

Ah, não se esqueça de participar da consulta aos leitores que está acontecendo aqui no blog!

 

 

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